MENESES,João Paulo
Tudo o que se passa na TSF... para um livro de estilo
Jornal de Notícias, Porto, 2004
INTRODUÇÃO
Notas metodológicas
Estatuto
Editorial da TSF
Notas sobre a
história da TSF
O meio, a
mensagem e os ouvintes
A TSF e o
jornalismo
6.1 O texto
6.1.1
“Fazer-se entender”
6.1.2
Em busca da “linguagem média”
6.1.3
“Escrever para o ouvido” – características da escrita
6.1.4
Boas (e más...) redundâncias
6.1.5
As palavras-referência
6.1.6
A uniformização da linguagem
6.1.7
A escrita criativa...
6.1.8
...e a escrita de imprensa
6.1.9
A construção da notícia de rádio...
6.1.10 ...e
os limites à “pirâmide invertida” em rádio
6.1.11 Títulos
e paginação
6.1.12 Realizou-se
hoje” (o “lead”)
6.1.13 O
corpo da notícia – fazer uma “peça”
6.1.14 Os
lançamentos
6.1.15 A
identificação de quem fala
6.1.16 “Enfim...”
(os rodapés)
6.1.17 A
actualização da informação
6.1.18
Prazos de validade do texto
6.2
O som
6.2.1
A função do som
6.2.2
“O que é o som?”
6.2.3
O tempo de validade de um som
6.2.4
A edição e a duração
6.2.5
A dependência do telefone e do telemóvel
6.2.6
As dobragens (traduções)
6.2.7
O recurso a sonorizações e a efeitos especiais
6.2.8
A música na informação
6.3
A voz
6.3.1
Aprender a falar na rádio
6.3.2
Disfarçar a leitura
6.3.3
“A leitura do texto começa na escrita”
6.3.4
A atitude
6.3.5
Vocalização/dicção
6.3.6
A entoação (e a modulação)
6.3.7
A respiração
6.3.8
O ritmo (e as “pausas de tensão”)
6.3.9
A pronúncia (ou o sotaque)
6.3.10 “A
minha voz é pior do que a tua?”
6.4
O “ruído”
6.4.1
Conceitos de “ruído” (o sensacionalismo)
6.4.2
...na escrita
6.4.3
Os números
6.4.4
Os pronomes, respectivamente!
6.4.5
Excesso ou falta de informação
6.4.6
A opinião
6.4.7
A linguagem artificial
6.4.8
Erudição e estrangeirismos
6.4.9
Cacofonias, repetições e ecos
6.4.10 Citações
em discurso directo
6.4.11 O
“ruído” no som
6.4.12 O
“ruído” na leitura/locução
6.4.13 O
“ruído” no directo
6.4.14 “O
minuto de silêncio”
6.5
O directo
6.5.1
“Um bom diferido é melhor do que um mau directo”
6.5.2
O improviso
6.5.3
“Antena aberta”
6.5.4
“Bom dia. E obrigado”
6.5.5
“Doutores e engenheiros”
6.5.6
“Falhas e lapsos”
6.5.7
“A pergunta inútil”
6.5.8
O relato de futebol
6.6
Outros géneros jornalísticos
6.6.1
A entrevista
6.6.2
A reportagem
6.6.3
“O poder dos ouvintes”
6.6.4
A narrativa (a “estória”)
6.6.5
O debate
6.6.6
A opinião (a análise)
6.6.7
O “inquérito de rua”
6.6.8
As promoções com sons de
actualidade
6.7
Admitem-se linguagens especializadas?
6.7.1
Subversões à linguagem-padrão
6.7.2
O desporto
6.7.3
A economia
6.7.4
O trânsito
7.
O jornalista da TSF
7.1 Preocupações
deontológicas e profissionais
7.1.1
Objectividade e rigor
7.1.2
Incompatibilidades e imparcialidades
7.1.3
Pressões externas
7.1.4
Pressões internas
7.2 Preocupações
com os direitos dos cidadãos
7.2.1
Situações de risco
7.2.2
Casos judiciais e policiais
7.2.3
Fontes anónimas e sigilo profissional
7.2.4
Privacidade, responsabilidade e identificação
7.2.5
Cuidados na cobertura da actualidade política
7.3 Credibilidade;
um provedor dos ouvintes?
7.3.1
Ouvir as partes (pluralismo)
7.3.2
Corrigir as próprias falhas
7.3.3
O direito de resposta
7.3.4
Uma novidade chamada
provedor dos ouvintes
7.4 Noticiar
em “primeira mão”
7.4.1
A “notícia TSF”
7.4.2
“Nós e os outros” (e o embargo)
7.4.3
As agências de notícias
7.5 Funções
essenciais na redacção
7.5.1
O repórter
7.5.2
O editor
7.5.3
O animador
7.5.4
O operador-sonorizador
7.5.5
O secretariado de redacção (o produtor?)
7.5.6
A chefia de redacção e a Direcção
7.5.7
Os correspondentes
8. Os desafios tecnológicos
8.1
O
jornalismo “on line”?
8.1.1
A “página da TSF”
8.1.2
Os direitos autorais
8.1.3
O futuro digital
9.
Glossário